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  • Foto do escritorMaqnelson John Deere

Exportações de máquinas agrícolas seguem em alta


O agronegócio brasileiro segue firme e forte. Com seguidos recordes de exportação, se mantém como grande responsável pelo equilíbrio da balança comercial nacional.


Hoje, o Brasil lidera o ranking mundial dos países exportadores de soja, açúcar, carne, carne de frango e suco de laranja. Outra boa notícia é que esse desempenho vale tanto para as commodities quanto para produtos como máquinas.

O agro brasileiro fechou 2022 com crescimento de 32% em relação a 2021, impulsionado pela exportação recorde de US$ 159,1 bilhões. Os dados são do Governo Federal, compilados pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) no Boletim de Comércio Exterior do Agronegócio, que também apontam que o setor gerou o maior superávit já registrado na história, de US$ 141,8 bilhões.

Os primeiros meses de 2023 também trazem resultados expressivos. Fevereiro registrou superávit comercial de US$ 8,56 bilhões. São dados impulsionados também pelo bom desempenho do comércio de máquinas agrícolas para o exterior.


Confira os números divulgados pela ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos:


US$ 2,1 bilhões é o volume de vendas externas no primeiro bimestre de 2023.


32% de crescimento das exportações em 2023 na comparação com o mesmo período de 2022.

US$ 1,1 bilhão é o volume de vendas para o exterior em fevereiro, alta de 24,5% em relação ao mesmo período do ano passado.

16% é a participação do comércio de máquinas agrícolas no volume total de exportações de maquinário. Antes era de 14%.

De acordo com a ABIMAQ, as exportações cresceram tanto em receita quanto em volume. Segundo a entidade, em oito dos 12 meses de 2022, as vendas externas apresentaram volume acima de US$ l bilhão. A nota da ABIMAQ cita que resultados desse montante só haviam sido observados em 2012.

Conteúdo: Conecta Deere - Com informações da CNA e ABIMAQ

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