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Cultivo de cana é referência em tecnologia e sustentabilidade no Brasil



Manejo da cultura evoluiu nos últimos anos e eliminou práticas que causavam danos ao meio ambiente, como a queima da palha na pré-colheita.


O Brasil é o maior produtor de cana-de-açúcar do mundo e na safra 2020/2021 colheu 654 milhões de toneladas, destinadas à produção de pelo menos 41 milhões de toneladas de açúcar e quase 20 bilhões de litros de etanol.


No entanto, há alguns anos, a cultura tinha manejos que causavam impactos ambientais negativos, como a queima da palha na pré-colheita. Porém, agora, ela é referência em tecnologia e sustentabilidade.


“Hoje, o processo de produção está mais tecnológico no sentido de trazer ferramentas para melhorar o processo agrícola como um todo”, diz Almir Torcato, gestor executivo da Associação dos Plantadores de Cana do Oeste (Canaoeste).

Nos últimos 15 anos o setor sucroenergético eliminou de forma voluntária diversos manejos considerados prejudiciais ao meio ambiente e reduziu as emissões de gases do efeito estufa na atmosfera.


O engenheiro agrônomo André Bosch Volpe explica quais são as principais práticas adotadas no cultivo da Cana atualmente.

“100% da cana do estado de São Paulo ocorre de forma mecanizada e isso possibilitou o uso de outras tecnologias, como a rotação de culturas e intensificação da rotação de culturas (…), o uso de drones, uso de agricultura de precisão, melhor sistematização de área e uso de GPS para tráfico controlado, então tem diversas tecnologias que hoje a gente consegue aplicar no nosso canavial, no manejo do canavial”.

E além da tecnologia, o gerente executivo da Canaoeste também ressalta as boas práticas sociais e ambientais utilizadas nos canaviais.


“Quando a gente vê que aquela cana é produzida de uma maneira ética, cujos trabalhadores daquela fazenda seguem as regras trabalhistas exatamente como manda o figurino, os produtores respeitam as questões ambientais e, de uma maneira ou outra, trabalham uma relação ética e justa em todos os ambientes da cadeia, isso é sustentabilidade”.

Fonte: Planeta Campo

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